“Já comentei, logo que recebi o texto do Diogo, que a escrita dele tem muito da de Bukowski. O texto não tem rodeios, é direto e a relação que se estabelece entre os três personagens, que estão à procura de diversão ou de nada mesmo, é fugaz como a maioria que se estabelece neste contexto mesmo. Nada de pieguice, nada de transbordamentos. Só umas peças removidas e carne”, (Janaína Calaça do blog Civilizados, sobre o conto "Mastigando Línguas");
“Leia tudo que cair em suas mãos”, (conselho de um amigo literato escritor de Santos-SP);
“Pra começar: não se ache escritor”, (o super-ego).
Isso mesmo, se dizer escritor, pra quem começa, é desejar ascensão social no país de analfabetos funcionais; tentar parecer o que não sou seria ridículo. Nem gosto de falar sobre isso, pois tenho várias limitações; inclusive sobre qualquer assunto que envolva: mercado editorial, panelas, inveja; sou daqueles caras legais que sempre se fodem.
Esse é o lance: engrossar o pescoço, ler mais e falar menos: em geral, o blog funciona como diário. Aqui será temático, livre, e por enquanto, um concentrador dos meus contos publicados.


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